
Capacetes de Segurança
Capacetes de proteção da cabeça contra impacto para obra e indústria.

Encontre o capacete de segurança certo para cada trabalho: classe A e B, com jugular, aba total, carneiras, viseiras e abafadores, sempre com CA válido para o risco.

Capacetes de proteção da cabeça contra impacto para obra e indústria.

Acessórios e reposições que complementam e adaptam o capacete.

Jugulares que fixam o capacete para trabalho em altura e movimento.

Carneiras de suspensão e ajuste que garantem conforto e fixação.

Viseiras e protetores faciais acopláveis ao capacete.

Abafadores de ruído acopláveis ao capacete para proteção auditiva.

Capacetes para o canteiro de obras, contra queda e impacto de objetos.

Capacetes classe B isolantes para trabalhos elétricos (NR-10).

Capacetes para combate a incêndio, resistentes ao calor e ao impacto.

Capacetes compatíveis com viseiras e proteção para soldagem.

Capacetes com suporte para lanterna e jugular para a mineração.

Capacetes com viseira e abafador para atividade florestal.

Capacetes com jugular e proteção lateral para trabalho em altura.

Capacetes para o chão de fábrica e ambientes industriais.

Capacetes versáteis para manutenção e serviços gerais.

Capacetes com aba total (tipo II) para proteção também lateral e traseira.

Capacetes que acompanham jugular para fixação segura em movimento.

Capacetes com encaixe lateral para abafadores de ruído.

Capacetes com carneira de suspensão para ajuste e conforto.

Capacetes classe A para uso geral, sem exigência de isolamento elétrico alto.

Capacetes classe B com isolamento elétrico para trabalhos energizados.

A cabeça é a parte do corpo com menor tolerância a impactos — e o capacete de segurança é o EPI que a protege contra queda de objetos, penetração, choque elétrico e calor. Escolher o capacete certo por categoria, risco, atividade, especificação e marca é o que garante proteção real e conforto para o uso o dia inteiro.
O capacete de segurança é o EPI destinado a proteger o crânio contra impactos e outros riscos à cabeça. Por ser EPI, exige Certificado de Aprovação (CA) válido para o risco. A NR-6 torna obrigatório o fornecimento gratuito pelo empregador sempre que houver risco de queda de objetos, batidas ou contato elétrico que não possam ser eliminados por outros meios.
A norma classifica o capacete pela proteção elétrica. O Classe A atende a maioria das atividades gerais, com isolamento para baixas tensões; o Classe B oferece isolamento elétrico elevado, sendo obrigatório para trabalhos próximos a redes energizadas, conforme a NR-10. Usar a classe errada em ambiente elétrico é um risco grave — confirme sempre na etiqueta e no CA.
Além do capacete em si, a categoria reúne os itens que o complementam e adaptam:
Manter carneira e jugular em bom estado é tão importante quanto o casco: a suspensão é o que realmente dissipa a energia do impacto.
Selecionar pelo risco predominante é a abordagem mais segura. Os principais perigos à cabeça:
O capacete de aba frontal (tipo I) protege principalmente contra impactos no topo; o de aba total (tipo II) adiciona proteção lateral e traseira, indicado para atividades com risco de impacto em várias direções, como altura e mineração.
Cada função combina riscos de forma própria: construção civil e indústria priorizam impacto de queda; eletricistas exigem classe B; bombeiros precisam de resistência ao calor; mineração e trabalho em altura pedem jugular e suporte para lanterna; e a atividade florestal combina viseira e abafador ao casco.
A especificação define os recursos do capacete: com jugular para fixação, com carneira para ajuste e absorção, com slot para abafador para proteção auditiva integrada, e a classe (A ou B) para o nível de isolamento elétrico. Escolher a especificação certa garante compatibilidade com os demais EPIs.
Trabalhamos com fabricantes reconhecidos como 3M, MSA, Honeywell, Delta Plus, Libus, Steelflex e outras, o que facilita a padronização, a reposição de carneiras e jugulares e a compatibilidade de acessórios, com CA em dia.
O material do casco define resistência, peso e comportamento térmico. O polietileno (PE) é leve e econômico para uso geral; o ABS oferece maior rigidez e resistência; e o policarbonato suporta melhor altas temperaturas, indicado para ambientes com calor e respingos. A escolha acompanha o risco e a atividade.
A suspensão (carneira) é o coração do capacete: absorve e distribui a energia do impacto. Os sistemas de ajuste variam entre catraca (regulagem rápida e precisa) e ajuste simples por encaixe. Uma suspensão bem ajustada mantém o casco firme, melhora o conforto e garante a proteção projetada.
Ao montar o conjunto, verifique se o capacete aceita os acessórios necessários — viseira, abafador, suporte de lanterna — sem comprometer o ajuste ou o encaixe da carneira.
Todo capacete deve ter CA válido para o risco. Cabe ao empregador fornecer, orientar e substituir o EPI; ao trabalhador, usar e conservar. O casco tem prazo de validade e deve ser substituído após qualquer impacto significativo, mesmo sem dano visível, pois a estrutura pode estar comprometida.
Inspecione casco, carneira e jugular antes do uso; guarde longe de calor e sol direto, que degradam o plástico; e higienize conforme o fabricante. Adesivos e tintas não recomendados podem comprometer o material.
A classe B oferece isolamento elétrico elevado, obrigatório para trabalhos energizados; a classe A atende usos gerais com isolamento para baixas tensões.
Sim. O material do casco e da suspensão envelhece; siga o prazo do fabricante e substitua após impactos, mesmo sem dano aparente.
Sim, desde que o capacete tenha slot/compatibilidade. Muitos modelos aceitam viseira e abafador acoplados simultaneamente.
Sim. A carneira é a suspensão que absorve o impacto e sofre desgaste; substitua-a periodicamente conforme o uso e a orientação do fabricante.